Reciprocidade


“Tenha sempre bons pensamentos: porque os seus pensamentos se transformam em suas palavras.
Tenha boas palavras: porque as suas palavras se transformam em suas ações.
Tenha boas ações: porque as suas ações se transformam em seus hábitos.
Tenha bons hábitos: porque os seus hábitos se transformam em seus valores.
Tenha bons valores: porque os seu valores se transformam no seu próprio destino.”

(por Mahatma Ghandi.)


A lei mais exata do universo: Você atrai o que transmite!
R – E – C – I – P – R – O – C – I – D – A – D – E
Sua vida é um espelho, se não gosta do que vê, MUDE!!

Anúncios

Princípio 90 por 10!!

Tudo o que colhemos, é resultado do que plantamos. O mundo é um espelho de suas ações, você atrai o que transmite! Uma ávores só se torna forndosa se cuidada se não por homens, mas por Deus! Planta e confia Nele, Ele TUDO fará!”
Que princípio é este?

Os 10% da vida estão relacionados com o que se passa com você, os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como você reage ao que se passa com você.

O que isto quer dizer?

Realmente, nós não temos controle sobre 10% do que nos sucede. Não podemos evitar que o carro enguice, que o avião atrase, que o semáforo fique no vermelho. Mas, você é quem determinará os outros 90%…

Como?

Com sua reação.
Exemplo: você está tomando o café da manhã com sua família. Sua filha, ao pegar a xícara, deixa o café cair na sua camisa branca de trabalho. Você não tem controle sobre isto. O que acontecerá em seguida será determinado por sua reação. Então, você se irrita. Repreende severamente sua filha e ela começa a chorar. Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada damesa. E tem prosseguimento uma batalha verbal. Contrariado e resmungando, você vai mudar de camisa. Quando volta, encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola. Sua esposa vai pro trabalho, também contrariada. Você tem de levar sua filha, de carro, pra escola. Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é multado. Depois de 15 min. de atraso, uma discussão com o guarda de trânsito e uma multa, vocês chegam à escola, onde sua filha entra, sem se despedir de você. Ao chegar atrasado ao escritório, você percebe que esqueceu de sua maleta. Seu dia começou mal e parece que ficará pior. Você fica ansioso pro dia
acabar e quando chega em casa, sua esposa e filha estão de cara fechada, em silêncio e frias com você.
Por quê? Por causa de sua reação ao acontecido no café da manhã.
Pense: por quê seu dia foi péssimo?
A) por causa do café?
B) por causa de sua filha?
C) por causa de sua esposa?
D) por causa da multa de trânsito?
E) por sua causa?

A resposta correta é a E. Você não teve controle sobre o que aconteceu com o café, mas o modo como você reagiu naqueles 5 min. foi o que deixou seu dia ruim.

Pense: O café cai na sua camisa. Sua filha começa a chorar. Então, você diz a ela, gentilmente: “está bem, querida, você só precisa ter mais cuidado”. Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela
retribui, dando adeus com a mão. Notou a diferença? Duas situações iguais, que terminam muito diferente. Por quê? Porque os outros 90% são determinados por sua reação.

Aqui temos um exemplo de como aplicar o Princípio 90/10. Se alguém diz algo negativo sobre você, não leve a sério, não deixe que os comentários negativos te afetem. Reaja apropriadamente e seu dia não ficará arruinado.
Como reagir a alguém que te atrapalha no trânsito? Você fica transtornado? Golpeia o volante? Xinga? Sua pressão sobe? O que acontece se você perder o emprego? Por quê perder o sono e ficar tão chateado? Isto não funcionará. Use a energia da preocupação para procurar outro trabalho. Seu vôo está atrasado, vai atrapalhar a sua programação do dia. Por quê manifestar frustração com o funcionário do aeroporto? Ele não pode fazer nada. Use seu tempo para estudar, conhecer os outros passageiros. Estressar-se só piora as coisas.

Agora que você já conhece o Princípio 90/10, utilize-o. Você se surpreenderá com os resultados e não se arrependerá de usá-lo. Milhares de pessoas estão sofrendo de um stress que não vale a pena, sofrimentos, problemas e dores de cabeça. Todos devemos conhecer e praticar o Princípio
90/10, da sua própria maneira, pode mudar a sua vida e a de seus circundantes!

Dia de folga!!


“Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania, depende de quando, e como você me vê passar.” (Clarice Lispector)

Com você eu sinto o céu aberto… (Ruas de Outono – Ana Carolina)

Que nada possa me deter de lutar nunca…
Que eu possa sempre seguir em frente, sem me deter pelo caminho…
Que minha força não esteja nos braços, mas nos meus abraços…
Que a leveza de minha alma esteja escrita nos meus olhos…
E que por cada caminho, pessoa ou momento que eu passar eu seja sempre ‘eu’ mesmo estando diferente a cada segundo, que eu seja notada mesmo que não seja apreciada, mas seja eu livre, leve e possa voar cada vez mais alto…

Compreensão

“Senhor, dai-me a graça de compreender aqueles que estão ao meu redor!”

Conviver equivale a uma arte, a de as pessoas relacionarem-se, o que, vezes muitas, é-lhes problemático, dadas as diferenças de temperamento, de sensibilidade e de atuação próprias de cada qual. As pessoas sentem, entendem e atuam segundo a sua psicologia própria que, se apresenta coincidências com a de outrem, muitas vezes dela difere. Das diferenças resultam, positivamente, a rica variedade do gênero humano e, negativamente, as dificuldades de convivência, que se agravam pela incompreensão: compreender significa substituir-se ao próximo, em pensamento, colocar-se na posição dele e tentar sentir o que ele sentiu, pensar como ele pensou e atuar como ele atuou. Não se trata de adotar a sensibilidade do outro, nem os seus critérios de entendimento ou de ação: trata-se de entender por qual lógica ele se rege ou qual o moveu em uma dada circunstância.

Certa atitude aparentemente incompreensível ou dificilmente aceitável, poderá tornar-se compreensível ou mais facilmente aceitável se, por um momento, colocarmo-nos na mesma situação que viveu o seu autor, ao tomá-la, e se imaginarmo-nos movidos pelos sentimentos e pelas convicções que o animaram então. O observador perguntar-se-á: “O que eu faria se estivesse no lugar dele?”.



Esta operação subjetiva exige o conhecimento das circunstâncias da vida, das emoções, dos antecedentes e dos critérios próprios de cada pessoa; do seu conhecimento insuficiente e incorreto, as incompreensões, porventura as perplexidades, certamente os julgamentos injustos.



Certa sabedoria recomenda: “Não julgueis para não serdes julgados”; eu diria: “’Não julgueis se não conhecerdes as circunstâncias que levaram alguém a certa atitude”.


O oposto da compreensão corresponde a uma incapacidade de, subjetivamente, adotarmos a psicologia alheia, o que expõe-nos a erros de avaliação capazes de, por sua vez, conduzir-nos a tratamentos injustos e a reações imerecidas.


Compreender o próximo facilita a aceitação do comportamento alheio e favorece a harmonia entre as pessoas, o que apresenta redobrada importância nas amizades e nos matrimônios: quantos amigos não se afastam, quantos cônjuges não se divorciam, por falta de compreensão mútua!


A compreensão conduz à indulgência e ao perdão: entender que os outros não são perfeitos nos seus critérios, nos seus sentimentos, nas suas ações, e que cada um de nós também não o é, reconhecer-se a natureza falível do ser humano e que a perfeição corresponde a um ideal e não à realidade humana, correspondem a critérios que justificam uma certa indulgência diante dos erros alheios e o perdão dos que nos atingem, ao menos em certa medida e sobretudo se o seu autor, reconhecendo a sua falta, desculpa-se perante quem atingiu. Compreender e perdoar não equivalem a tudo aceitar-se, indiscriminadamente, porém a relevar-se o que, razoavelmente, resulta da falibilidade humana.



A compreensão provém da capacidade de reflexão do indivíduo que se acrescenta com o passar dos anos e com o acumular da experiência. Aos cerca de 20 anos, é-se inexperiente; aos cerca de 30, adentrou-se, já, na idade da razão; volvida mais uma década, pesa a obrigação de uma certa sabedoria: há de compreender mais o mais velho ao mais moço do que o inverso; daí, também, a obrigação moral de paciência dos pais em relação aos filhos, de querer ouvi-los, de saber fazê-lo, de dialogar e colaborar com eles no seu desenvolvimento: hão de encarnar os pais colaboradores compreensivos, assim como as pessoas compreensivas encarnam elementos de engrazamento humano.


Saiba compreender; seja paciente; não julgue com excesso; desculpe-se; aceite as desculpas alheias.